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Kalil rebate críticas ao fechamento de escolas em BH: 'Ninguém aqui prefere filho em parque'

Por Ana Paula Pimenta , 28/09/2020 às 14:49
atualizado em: 28/09/2020 às 19:15

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Foto: Gabriel Rezende/Itatiaia
Gabriel Rezende/Itatiaia


"Você vai ao bar se você quiser. Na escola você é obrigado a ir, a diferença é simples". A afirmação foi feita pelo prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), em entrevista coletiva na tarde desta segunda-feira (28), que tratou sobre a manutenção do fechamento das escolas durante a pandemia do novo coronavírus.

Na ocasião, Kalil rebateu questionamentos de quem critica a abertura do comércio na capital, enquanto as escolas permanecem fechadas.

"Não podemos politizar a tragédia. É um assunto de estudo médico. Ninguém aqui prefere filho em parque do que em escola. Nós queremos nossos alunos estudando. Mas a escola é um antro de contágio. Estamos em pandemia, o que vale não é a importância do que se abre, mas a importância do poder de contágio do que vai abrir", afirmou.

Ainda na comparação entre abertura de bares versus escolas, Kalil afirmou que, "nos 14 dias que abrimos os bares, não houve nenhum problema" e que a manutenção do fechamento das escolas não impede que novos setores possam abrir no futuro.

Entenda

Na última quinta-feira (24), a prefeitura suspendeu os alvarás de funcionamento das escolas infantis, fundamentais, ensino médio e de ensino superior da capital, tanto da rede pública, quanto privada.

De acordo com o prefeito, em toda a cidade, são 850 mil alunos que voltariam às aulas, aumentando a circulação de pessoas em Belo Horizonte.

 

 

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