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Secretária de Educação diz que alunos foram consultados sobre aulas a distância em BH

Escolas teriam questionado ainda se na casa dos estudantes teriam pessoas alfabetizadas para ajudar no aprendizado  

Por Da Redação , 28/09/2020 às 15:41
atualizado em: 28/09/2020 às 15:58

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Foto: Matheus Oliveira/Itatiaia
Matheus Oliveira/Itatiaia

RESUMO

  • Secretária de Educação diz que alunos foram consultados sobre aulas a distância em BH  
  • Escolas teriam questionado ainda se na casa dos estudantes teriam pessoas alfabetizadas para ajudar no aprendizado  


A secretária Municipal de Educação de Belo Horizonte, Ângela Dalben, explicou que durante à pandemia da covid-19 cada escola da capital realizou uma pesquisa para identificar se os alunos teriam acesso à internet para realização de aulas a distâncias.  

“Em junho, nós percebemos que seria longa essa trajetória da pandemia. Os professores foram chamados e fizemos uma pesquisa. Cada escola, fez um grande levantamento com seus alunos sobre as condições de cada estudante em casa. Foram feitas perguntas sobre o núcleo familiar. Foi perguntado se o estudante convivia com pessoas mais velhas, se convivia com pessoas alfabetizadas, se na casa tinha computador ou não, se a criança usava o celular dos pais ou não”, explicou. 

As respostas desse grande questionamento foram usadas na formação de mapas, que dividiram as crianças. Algumas receberam materiais para utilização remota, enquanto outras contaram com o ensino a distância. 

“Esse mapa criado permitiu que a escola reorganizar os estudantes diferente das turmas presenciais. Novos agrupamentos foram feitos a partir das condições de vida dos estudantes”, lembrou.   

Com a ajuda da UGMF, a Secretaria de Educação construiu propostas curriculares e matrizes com produtos essenciais para cada faixa etária. 

“Nesse curto espaço de tempo e nessa condição em que estamos vivendo, a ideia é criar diretrizes para que nossos alunos tenham aquilo que chamamos de garantia de direito de aprendizado”, explica.

A secretária garante que cada escola está trabalhando de acordo com a necessidade do aluno. 

“Não é algo centralizado na Secretaria. Cada escola está trabalhando personalizadamente com os seus alunos em cima dessas matrizes construídas” explicou. 
 
 

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